QUERIDO, FIZ BOTOX!

Com a chegada dos quarentas, começaram a surgir aquelas ruguinhas
e aquele ar de cansaço mais persistente e,
pela primeira vez senti necessidade de fazer um refresh ao rosto,
mas queria que o resultado fosse o mais natural possível.
Sem saber muito bem por onde começar e o que fazer, comecei por procurar apoio
com quem tinha uma relação de confiança e fui à Clínica My Moment,
Tudo começou com uma primeira consulta onde
pude expor questões, ser aconselhada e tirar dúvidas,
Depois disso, criei coragem e resolvi ir em frente.
O primeiro passo aconselhado para o tratamento, foi fazer botox para
atenuar um pouco as rugas à volta da zona dos olhos e da testa e com isso,
levantar um pouco o olhar e parecer mais descansada.
Sinceramente, quanto ouvi falar da palavra BOTOX
à partida hesitei e tive um pouco de receio,
mas logo esclareceram-me que o resultado depende muito das quantidades
e periodicidade que se aplica e que passado 6 meses o efeito passa.
A verdade é que foi mais fácil do que alguma vez imaginei.
O resultado foi espétacular (depois mostro)!
Neste vídeo, partilho um pouco dessa experiência.

 


Últimos comentários


Anónimo Não é uma questão de coragem, mas sim sinceridade e realidade. Quem faz e admite não é corajoso. Quem faz e tem vergonha é que é "cobarde".
RITITI Que sorte...quero ver os resultados, tenho amigas q ficaram ótimas, outras q exageraram, e obvio ficou um pavor. Beijinhos e espero que tenha corrido bem

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9 pensamentos em “QUERIDO, FIZ BOTOX!

  1. Esse tipo de tratamentos deixam sempre um ar plastificado. Qual é o mal de se saber envelhecer?
    Eu tenho 53 anos e nunca faria uma maldade dessas. Sim, porque estarmos a injetar substâncias no nosso corpo é pura maldade. Depois começa-se a cair no ridículo. Existem pessoas que ao rir, esticam uma perna.
    Mas, isto é só uma mera opinião.

  2. Cá para mim mal nenhum, mas se pudermos envelhecer bem ainda melhor. Sou totalmente a favor da tecnologia na saúde e na beleza.

  3. Não é uma questão de coragem, mas sim sinceridade e realidade. Quem faz e admite não é corajoso. Quem faz e tem vergonha é que é "cobarde".

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